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Bancos estimam expansão de até 4% para o PIB

A recessão acabou oficialmente em junho de 2009, quando a economia voltou a crescer. O Produto Interno Bruto (PIB), o parâmetro mais amplo da produção do país, cresceu a uma taxa anualizada de 3,7% no primeiro trimestre do ano. Mas estagnou e caiu a apenas 1,7% no segundo trimestre e a 2,6% no terceiro.

, O Estado de S.Paulo

25 de dezembro de 2010 | 00h00

Segundo Jan Hatzius, economista-chefe da Goldman Sachs, a economia provavelmente crescerá a uma taxa anualizada de cerca de 3% este trimestre. Na semana passada, o Goldman projetou crescimento de 4% durante a maior parte de 2011. O Morgan Stanley, que elevou sua previsão de crescimento a 4% para 2011, está ainda mais otimista, e prevê alta de 4,5% este trimestre.

Autoridades do governo, que no passado se queimaram em razão do otimismo prematuro, relutaram a fazer previsões para o próximo ano. Mas Austan D. Goolsbee, presidente do Conselho de Assessores Econômicos desde setembro, disse que houve uma mudança do sentimento do mercado após o acordo fiscal.

"Não são muitas as medidas que, no dia do seu anúncio em Washington, levam a maior parte dos especialistas a corrigir para cima publicamente, e de maneira considerável, suas previsões", disse. "Esta conseguiu."

Riscos. São muitas as advertências a fazer ante a perspectiva mais positiva. O mercado de casas continua fraco, e outra queda de preços poderá ser especialmente prejudicial à economia.

Os mercados financeiros e o sistema bancário continuam vulneráveis a uma nova onda de nervosismo na Europa por causa do endividamento de países como a Irlanda e a Espanha. E há uma crescente preocupação com os péssimos balanços de alguns governos estaduais e municipais.

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