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Bancos estrangeiros ampliam recomendação para o Brasil

Dois bancos de investimentos estrangeiros - o norte-americano Goldman Sachs e o alemão Dresdner Kleinworth Wasserstein (DKW) - estão recomendando mais investimentos no mercado brasileiro, embora não tenham mudado a classificação de risco do País.O Goldman Sachs aumentou o peso do Brasil na carteira recomendada para mercados emergentes em 100 pontos base para 2%. Segundo o estrategista Pablo Morra, as reformas tributária e previdenciária têm boas chances de serem aprovadas. "Isso, juntamente com o contínuo fluxo de dados positivos nas contas fiscais, da balança comercial e de números de inflação deverão dar suporte aos títulos da dívida brasileira no curto prazo", disse. Já o Dresdner Kleinworth Wasserstein manteve a recomendação peso acima da média para os papéis da dívida brasileira e reforçou a exposição em mais 1,53%. Segundo o banco, ainda há espaço para a recuperação dos ativos no País. "Achamos que os ativos ainda estão baratos e os sinais positivos emitidos pelo governo Lula sustentarão uma maior recuperação nos próximos meses", disse o economista do banco Nuno Camara.

Agencia Estado,

05 de maio de 2003 | 15h23

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