Bancos: fiscalização mais segura

A partir do ano que vem, o Banco Central (BC) e a Comissão de Valores Mobiliários (CVM) vão exigir um rodízio na auditoria independente dos bancos. Segundo a diretora de fiscalização do BC, Tereza Grossi, o rodízio evita vícios e tornar os auditores internos mais atuantes. A medida deve trazer maior segurança para os correntistas. Hoje, a única segurança que o cliente tem é a do Fundo Garantidor de Crédito (FGC) . Em caso de quebra do banco, o Fundo garante o pagamento de até R$ 20 mil, por CPF, para o dinheiro total da conta corrente, CDB ou caderneta de poupança. Se a pessoa tiver uma quantia maior ou outras aplicações não cobertas pelo FGC, perde dinheiro. Veja no link abaixo mais informações sobre o FGC.No passado recente, vários bancos de grande porte foram liquidados, apesar de terem pareceres bastante satisfatórios de auditores independentes. E muita gente ficou no prejuízo. Com o rodízio de auditores, a expectativa é que os erros de avaliação sejam menores. Os fiscais do Bacen ficam entre 40 dias e 60 dias em cada instituição. Eles avaliam os riscos de crédito, de mercado de capitais, liquidez, operações internacionais, grupo econômico, credibilidade e risco de sucessão. Os fiscais dão ênfase para a análise das projeções de desempenho futuro da instituição.

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