Clayton de Souza/Estadão
Clayton de Souza/Estadão

Ações

Empresas de Eike disparam na bolsa após fim de recuperação judicial da OSX

Barbosa ‘afinará discurso interno’, afirma Trabuco

Presidente do Bradesco disse ser positiva escolha rápida de novo ministro para País iniciar 2016 com ‘ânimos renovados’

Aline Bronzati, O Estado de S.Paulo

18 de dezembro de 2015 | 22h46

O presidente do Bradesco, Luiz Carlos Trabuco Cappi, afirmou, em nota, que o novo ministro da Fazenda, Nelson Barbosa, vai conseguir afinar o discurso interno do governo, unificar as ações e, com isso, dar segurança ao mercado. Foi importante, de acordo com Trabuco, definir a nova equipe econômica antes do Natal para que 2016 comece com uma “linha de conduta” e “ânimos renovados”.

Com a saída de Joaquim Levy do Ministério da Fazenda, Barbosa assumiu a pasta e foi substituído por Valdir Simão, que ocupava o cargo de ministro-chefe da Controladoria-Geral da União (CGU). Antes de Levy ser escolhido, no fim do ano passado, circularam informações de que Trabuco foi convidado para assumir a Fazenda, mas recusou o convite da presidente Dilma Rousseff, alegando compromissos junto ao Bradesco. Em seu lugar, sugeriu justamente o nome de Levy.

“Ele (Nelson Barbosa) tem sintonia com a presidente Dilma, tem sua confiança, e vai conseguir afinar o discurso interno, unificar as ações, dando segurança ao mercado”, destacou Trabuco, em comunicado enviado ao Broadcast, serviço de notícias em tempo real da Agência Estado.

De acordo com o executivo do Bradesco, Barbosa tem visões diferentes das do ex-ministro Joaquim Levy. Isso não significa, na sua visão, que as questões fundamentais deixarão de ser prioritárias, dada a dimensão dos desafios que o Brasil tem pela frente. “Entendo que Barbosa será pragmático e vai olhar o Brasil como grande brasileiro que é”, afirmou o presidente do Bradesco. “Desejo muito boa sorte ao novo ministro”, acrescentou.

Encontrou algum erro? Entre em contato

Comentários

Os comentários são exclusivos para assinantes do Estadão.

Tendências:

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.