Barra Energia pede pressão por lei dos royalties

O diretor estatutário da petroleira Barra Energia, Luciano Seixas Chagas, defendeu que empresários do setor e jornalistas pressionem o Congresso Nacional a votar o quanto antes a Lei dos Royalties, condição fundamental para que se realizem as duas rodadas de licitação de blocos exploratórios de petróleo anunciadas pelo governo para 2013.

SERGIO TORRES, Agencia Estado

19 de setembro de 2012 | 15h37

"Esse congresso (a feira Rio Oil& Gas) foi de pressão. Uma pressão honesta, justa, uma pressão empresarial via IBP (Instituto Brasileiro do Petróleo). E os empresários que têm influência sobre os parlamentares deveriam dizer para eles: ''isso faz bem para o país''", afirmou.

O executivo acrescentou que "investidores carregados de dinheiro" não investem no pré-sal e no pós-sal brasileiro "por causa de um processo burocrático".

"A gente entende que a presidente tem boa vontade de fazer. A Magda (Chambriard, diretora-geral da Agência Nacional do Petróleo), idem. Mas a gente precisa tornar isso um fato. A imprensa até deveria fazer pressão sobre os parlamentares pela importância, a urgência de a gente aprovar isso logo, com eleição ou sem eleição", disse.

Geólogo com 40 anos de experiência, Seixas Chagas acrescentou que nunca viu "uma coisa do tamanho do pré-sal". Segundo ele, a Barra Energia está preparada para participar dos dois leilões, com cerca de US$ 800 milhões a serem investidos.

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