Barril do petróleo atinge novo recorde: US$ 50,60

O petróleo voltou a subir nesta manhã, com a volta da preocupação sobre o cenário global de abastecimento. Novos dados do governo norte-americanos mostrando que a produção na costa do Golfo do México ainda não está normalizada reacenderam as discussões sobre as apertadas condições de produção das refinarias, diante da proximidade do inverno.Na bolsa eletrônica de Nova York (Nymex), o contrato de novembro do petróleo cru superou a máxima de US$ 50,47 o barril atingida em 28 de setembro e chegou a US$ 50,60 o barril, novo recorde histórico das cotações registradas durante os negócios. O petróleo tipo brent, negociado na bolsa de Londres, estabeleceu nova marca histórica a US$ 46,90 o barril.Às 8h25 (horário de Brasília), o cru operava em US$ 50,56 o barril, alta de US$ 0,65 (1,30%) na Nymex. O brent subia US$ 0,66 (1,49%), para US$ 46,88 o barril.Foco de preocupaçãoOntem, o governo dos EUA informou que a produção norte-americana está 28% abaixo do normal, uma vez que as refinarias na costa do Golfo do México ainda não conseguiram restabelecer suas operações, atingidas pela passagem do furacão Ivan há três semanas.A informação aumenta as especulações com os dados sobre os estoques de petróleo que sairão na quarta-feira. Embora os relatórios da semana passada sobre as reservas norte-americanas tenham mostrado crescimento acima do previsto, os níveis de destilados, que inclui óleo para calefação, estão 2,6% abaixo da média dos últimos cinco anos.

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