Base monetária sobe 8,1% em março

A base monetária em seu conceito mais restrito (papel-moeda emitido mais reservas bancárias) apresentou uma expansão de 8,1% na média dos saldos diários de março. Com a variação, o saldo da base subiu dos R$ 64,092 bilhões de fevereiro para R$ 69,290 bilhões. O valor divulgado pelo Departamento Econômico (Depec) do Banco Central (BC) ficou dentro do intervalo de R$ 56,4 bilhões a R$ 76,3 bilhões fixado pelo Conselho Monetário Nacional (CMN) para o primeiro trimestre do ano. Em 12 meses até março, a base monetária apresenta uma expansão acumulada de 40,3%, contra os 14% de 12 meses até março de 2002. No conceito de ponta, a base monetária teve uma contração de 2,2% e o saldo, com isso, reduziu-se dos R$ 67,494 bilhões de fevereiro para R$ 66,032 bilhões. Em 12 meses até março, a base monetária ainda acumula uma expansão de 35,2% na ponta.Em 12 meses até março do ano passado, a expansão acumulada da base na ponta estava em 18,1%. As operações do Tesouro Nacional, segundo os dados do Depec, foram responsáveis por R$ 2,491 bilhões de contração da base na ponta do mês passado. As operações de swap cambial feitas pelo BC, por sua vez, responderam ainda por uma pressão contracionista da base de R$ 2,360 bilhões. As atuações da mesa de câmbio do BC do mês passado resultaram numa pressão contracionista adicional de R$ 1,009 bilhão. Na outra ponta, os resgates de títulos públicos federais geraram, em março, uma pressão expansionista de R$ 2,662 bilhões e as liberações de compulsórios sobre depósitos em caderneta de poupança geraram outra pressão expansionista de R$ 1,858 bilhão.

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