Bauru vai à justiça para manter vôos comerciais

A Associação Comercial e Industrial e o Centro das Indústrias do Estado de São Paulo (Ciesp) em Bauru, vão protocolar na segunda-feira ações civis públicas onde pedem liminares para a manutenção dos vôos comerciais no aeroporto local a partir do próximo dia 25, quando a Pantanal - única operadora do aeródromo - será impedida de voar. A empresa não poderá voar porque deixou de apresentar documentação de regularidade fiscal exigida pela Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC).A decisão de recorrer à justiça foi tomada em reunião do Conselho de Desenvolvimento Regional (Coder), realizada ontem, e defenderá o interesse publico e o direito constitucional de mobilidade humana através do transporte aéreo. Conforme o empresário Domingos Malandrino, diretor do Ciesp, a ação começa por Bauru e deve envolver Marilia, Presidente Prudente e Araçatuba, as outras praças cujos aeroportos também ficarão ociosos se a Pantanal for obrigada a parar e não houver outra empresa para assumir suas linhas. O representante local da companhia aérea tem dito que o departamento jurídico da empresa está trabalhando em busca de uma solução que poderá ser anunciada nos próximos dias. Consultada, a ANAC afirma categoricamente que a empresa perdeu todos os prazos para apresentar a documentação e terá de parar.

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