BB abrirá agências uma hora mais cedo em SP

Medida, que vai vigorar entre 2 a 13 de agosto, tem como objetivo melhorar atendimento a clientes da Nossa Caixa

Roberta Scrivano, O Estado de S.Paulo

26 de julho de 2010 | 00h00

Entre os dias 2 e 13 de agosto, as agências do Banco do Brasil (BB) no Estado de São Paulo vão abrir uma hora mais cedo. O objetivo é melhorar o atendimento e auxiliar os clientes no processo de migração da Nossa Caixa para o BB, no momento em que o processo de incorporação está se encerrando.

"Vamos testar abrir uma hora mais cedo. Talvez isso possa virar uma prática", afirma Dan Conrado, diretor de Distribuição do Banco do Brasil no Estado de São Paulo.

Segundo Conrado, haverá reforço no número de funcionários nas agências para esclarecer as dúvidas dos clientes e, sobretudo, ajudar na troca de senhas.

"Agora, o cliente que está chegando ao Banco do Brasil terá de cadastrar uma nova senha com seis dígitos, para que haja mais segurança", explica. Até então, os clientes da Nossa Caixa contavam apenas com senhas de quatro dígitos. "Os cartões também serão com chip. Essa migração já foi iniciada."

5,7 milhões. No total, estão participando do processo de migração em São Paulo 5,7 milhões de clientes. "Mas essa alteração de banco só trará benefícios", diz Conrado. A mudança de agência e de conta, segundo ele, não provocou nenhum transtorno para o cliente. "Tudo foi automático. Não pedimos documentos extras, por exemplo. O necessário será cadastrar novas senhas e é para ampliar a segurança e diminuir a chance de fraudes."

Um exemplo de benefício citado pelo executivo é o número de caixas de autoatendimento. Em São Paulo, a quantidade aumentará de 3,7 mil para 12 mil. "O cliente só precisará se adaptar aos novos sistemas dos terminais, mas isso será fácil."

Reclamações. O banco tem sido alvo de reclamações de clientes da antiga Nossa Caixa quanto ao atendimento. Alguns afirmam que tiveram o limite do cheque especial reduzido e outros dizem que novas taxas foram incorporadas à conta. "Não há taxa extra. Se isso ocorrer, está errado", garante Conrado.

Sobre a redução no limite do cheque especial, o executivo do BB diz que de fato pode ter ocorrido "um ou outro ajuste", mas não necessariamente para baixo.

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