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BB cria serviço de remessa para pessoa física nos EUA

O Banco do Brasil está iniciando suas operações de varejo bancário nos Estados Unidos com a criação da BB Money Transfers Inc, subsidiária que tem por objetivo principal fazer as remessas financeiras de brasileiros residentes naquele país. Com a BB Money Transfers, que recebeu investimento de US$ 1,2 milhão para começar a operar, o banco está de olho em um público estimado em 1,4 milhão de brasileiros residentes nos EUA, dos quais cerca de 70% mandam dinheiro para o Brasil, afirmou hoje o vice-presidente de Negócios Internacionais e Atacado do BB, Allan Toledo.

MICHELLY CHAVES TEIXEIRA, Agencia Estado

31 de agosto de 2009 | 13h17

O serviço de remessas financeiras lançado hoje, que disponibiliza crédito imediato na conta do beneficiário, ficará focado principalmente na costa leste dos EUA, onde a concentração de brasileiros é maior. Quem não é correntista também pode usar o serviço (neste caso, o beneficiário poderá retirar o dinheiro em qualquer agência do BB no Brasil). A instituição começa com 10 empresas credenciadas ao novo sistema, negocia a inclusão de outras 25 companhias e prevê, até o final de junho de 2010, habilitar 100 estabelecimentos a realizar tais operações.

Conforme Toledo, a ideia é incrementar o número de ordens de pagamento vindas dos EUA entre 500 mil a 600 mil já em 2010 - hoje, o BB recebe anualmente daquele país, por meio de uma parceria com o Western Union, cerca de 1 milhão de ordens. A expectativa do BB é de gerar, em 2010, uma receita de US$ 6 milhões com este serviço. De acordo com o diretor Internacional do BB, Adimilson Garcia, a parceria com a instituição financeira continua, apesar do lançamento de empresa própria de remessas financeiras. É que o acerto do BB como Western Union ocorre em escala global, não só nos EUA.

Como afirmou Toledo, o lançamento do serviço de remessas financeiras via BB Money Transfers é prioritário nos EUA, onde a concentração de brasileiros é maior. Em outros países onde há muitos residentes brasileiros, como Itália, Japão e Portugal, o BB tem serviços semelhantes, mas estes não têm a vantagem da disponibilidade imediata dos recursos.

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