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BB: CVM autoriza 24 fundos FGTS

A Comissão de Valores Mobiliários (CVM) já autorizou o funcionamento de 24 fundos de investimento para utilização do FGTS na compra de ações do Banco do Brasil. Os Fundos Mútuos de Privatização (FMP) - FGTS Banco do Brasil têm taxas de administração que variam de 0,85% ao ano (Credit Lyonnais S/A DTVM) a 2,3% ao ano (Unibanco). As duas carteiras são destinadas ao público em geral e exigem aplicação mínima de R$ 300,00. O fundo com o menor valor mínimo de aplicação é o da Caixa Econômica Federal, que exige inicialmente apenas R$ 1,00. A taxa de administração dessa carteira é de 1,7% ao ano. Em seguida vem um fundo do Banco Bilbao Vizcaya, que exige aplicação mínima de R$ 50,00, e depois um do Banco do Brasil, com valor mínimo de R$ 200,00. Os outros pedem R$ 300,00. O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) anunciou nesta segunda-feira as condições de venda das ações do BB. O prazo de reservas da oferta ao varejo vai até o dia 22 de novembro. Os trabalhadores que têm recursos do FGTS aplicados em fundos da Petrobras e da Vale do Rio Doce poderão migrar para o BB até o dia 13 de novembro. O "road show" (apresentação) da operação começa no dia 18 deste mês, e a expectativa é que o preço da operação seja fixado entre o final de novembro e início de dezembro. A oferta do BB é diferentes das de Petrobras e Vale. Os trabalhadores que comprarem ações do banco com o FGTS não terão desconto, enquanto os que investiram em Petrobras e Vale ganharam desconto de 20% e 5%, respectivamente. Segundo o BNDES, apenas quem usar recursos próprios na oferta do BB terá desconto de 5%, mas o investidor deve permanecer com as ações por no mínimo oito meses. Migração e recursos própriosA CVM aprovou até o momento apenas quatro Fundos Mútuos de Privatização - FGTS Migração Banco do Brasil. Essas carteiras receberão recursos do FGTS aplicados anteriormente nas ações da Petrobras e da Vale do Rio Doce. Os trabalhadores podem optar pela migração até 13 de novembro. Os fundos aprovados são do Itaú, ABN Amro, BB e Banco Fator. As taxas de administração vão de 1,4% a 1,8% ao ano. A CVM também aprovou 13 Fundos de Investimento em Ações do Banco do Brasil, que é para aplicação com recursos próprios e não do FGTS. As taxas de administração variam de 1% ao ano (Bilbao Vizcaya e Sudameris) a 3% ao ano (Itaú e Unibanco).

Agencia Estado,

07 de novembro de 2002 | 13h12

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