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BB DTVM: mais prefixados nas carteiras

A tendência de queda de juros e o menor nível de oscilação das taxas fez com que a BB DTVM, a Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários do Banco do Brasil, aumentasse a participação dos papéis prefixados nas carteiras dos fundos de renda fixa em 25%. A alteração foi feita tanto nos fundos de perfil agressivo, como nos de perfis moderado e conservador. A alteração significa que um fundo de renda fixa formado, por exemplo, por 100 títulos, que estivesse com 20 desses papéis em prefixados, com a alteração passaria a ter 25 títulos prefixados. O restante seria formado por papéis pós-fixados, que acompanham as taxas de juros.De acordo com Vinícius Raposo, gerente de divisão dos fundos de renda fixa da BB DTVM, sempre que há uma mudança na estratégia de composição da carteira, os gestores levam em conta as normas de gestão de cada fundo e a oscilação das taxas. "Considerando o perfil da carteira, a estabilidade das taxas dentro de um intervalo menor permite uma exposição mais ampla em papéis prefixados", explica Raposo.O executivo explica que essa alteração foi gradual e teve início no final do ano passado. "Em nossas reavaliações semanais, percebemos que a queda das taxas de juros começou em 8 de dezembro. Além disso, a partir de 21 de dezembro, a oscilação ficou mais reduzida", avalia. Nesse quadro de estabilidade maior, os fundos de renda fixa prefixado da BB DTVM passaram a incorporar um risco maior dentro das regras de gestão de cada carteira. O patrimônio dos fundos de renda fixa prefixados da BB DTVM destinados ao varejo soma R$ 17 bilhões, que são distribuídos em carteiras de perfil agressivo, moderado e conservador. A diferença entre esses fundos está no limite máximo de exposição em papéis prefixados. No caso dos agressivos, o limite é de 35%; para os moderados, 20%; e, para os conservadores, 10%.

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