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BB mantém projeção de alta para crédito este ano

Banco estatal reiterou estimativa de aumento entre 13% e 17% nos empréstimo

Vinícius Pinheiro, da Agência Estado,

13 de agosto de 2009 | 14h29

O Banco do Brasil reiterou a projeção de aumento entre 13% e 17% para a carteira de crédito neste ano. O presidente da instituição, Aldemir Bendine, afirmou nesta quinta-feira, 13, que a expectativa para o ano que vem é de uma expansão ainda maior nos empréstimos, mas disse que as estimativas só deverão ser fechadas ao longo do terceiro trimestre.

 

No segmento de crédito imobiliário, no qual o BB recebeu autorização para atuar em agosto do ano passado, Bendine projetou encerrar o ano com uma carteira pouco superior a R$ 2 bilhões, incluindo os números da Nossa Caixa. A instituição encerrou o primeiro semestre com um total de R$ 1,1 bilhão em financiamentos imobiliários e deve começar a efetuar liberações de recursos por meio do programa Minha Casa Minha Vida, do governo federal, ainda este mês. "Até 2013, temos o objetivo de estar entre os três primeiros nesse segmento", destacou, durante entrevista coletiva na sede do banco em São Paulo para comentar os resultados do segundo trimestre.

 

Bendine rebateu as críticas feitas pelo presidente do Itaú Unibanco, Roberto Setubal, de que os juros praticados pelos bancos públicos são insustentáveis. "A política de taxa de juros do banco é feita sob rigorosos padrões técnicos", afirmou. O executivo disse que a decisão de reduzir as taxas foi muito bem pensada e levou em conta a possibilidade de conquistar espaço e ganhar participação de mercado da concorrência, e considerou que os resultados apresentados pelo banco mostram que a estratégia é sustentável.

 

Para o presidente do BB, os menores níveis de inadimplência permitem à instituição praticar juros mais baixos. "Trabalhamos com rigor tanto na concessão como na cobrança e recuperação dos créditos." Segundo Bendine, os níveis de inadimplência da instituição não devem apresentar mudanças significativas no terceiro trimestre, mas começarão a mostrar declínio até o final deste ano.

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