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BB prorroga dívidas de 210 mil produtores

O Banco do Brasil já prorrogou dívidas de custeio e investimento de 210 mil produtores. No total, os agricultores pediram a prorrogação de 347 mil contratos. O prazo para apresentar o pedido de repactuação terminou no dia 31 de julho e o reescalonamento da dívida pode ser feito pelo banco até o próximo dia 30. As prorrogações fazem parte dos pacotes de ajuda ao setor agrícola anunciados neste ano pelo governo federal. Nas operações de investimento, o pagamento da parcela de 2006 está sendo repactuado para até um ano após o vencimento final do contrato.O mesmo ocorrerá com as operações de custeio prorrogadas em 2005 ou em anos anteriores. Para as operações de custeio da safra passada, 2005/06, o pagamento está sendo prorrogado em até cinco prestações. O porcentual de prorrogação varia de acordo com cada cultura: algodão (35%), amendoim (30%), arroz (50%), mandioca (25%), milho (35%), soja nas regiões sul e sudeste (55%); soja nas demais regiões (80%), sorgo (20%) e trigo (20%). A assessoria de imprensa da instituição informou ainda que banco continua recebendo e analisando propostas de financiamento da liquidação de dívidas constituídas por Cédula de Produtor Rural (CPR), com recursos do FAT Giro Rural, conforme previsto na Resolução 497 do Codefat. Nesses financiamentos, serão praticados prazos de até cinco anos, carência de até dois anos, e encargos de TJLP mais 5% ao ano. ReflorestamentoO banco já liberou R$ 187,7 milhões para uma linha de crédito específica destinada ao reflorestamento. No total, foram feitas 2.133 operações. Em 2005, quando o programa foi criado, os empréstimos somaram R$ 135 milhões, valor que superou em 200% a meta de R$ 45 milhões prevista para o período. A meta de desembolsos prevista no lançamento do BB Florestal era de R$ 225 milhões para um período de cinco anos, a partir de 2005. No acumulado até agosto deste ano, os financiamentos totais somam R$ 322,7 milhões. O objetivo do programa é promover a implantação e expansão da área de florestas destinadas ao uso industrial no País. Mini e pequenos produtores da agricultura familiar até a agricultura empresarial, cooperativas e empresas exportadoras do segmento madeireiro podem solicitar o financiamento.

Agencia Estado,

18 de setembro de 2006 | 16h03

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