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BB reforça setor de crédito imobiliário

O Banco do Brasil tem uma folga de R$ 5 bilhões para aumentar as operações de crédito imobiliário em 2012 com recursos da caderneta de poupança, mas já está preocupado em encontrar fonte alternativa de recursos para garantir o ritmo de expansão nos anos seguintes. A previsão é de que o estoque de financiamentos imobiliários atinja R$ 7,7 bilhões ao fim deste ano, elevação de 126% em relação a 2010.

EDNA SIMÃO / BRASÍLIA , O Estado de S.Paulo

28 de dezembro de 2011 | 03h04

Segundo o vice-presidente de Negócios e Varejo do BB, Paulo Rogério Caffarelli, o governo vai ter que encarar o problema e estimular ou criar novas formas de captação para garantir os financiamentos imobiliários depois de 2012. Hoje, a principal fonte para esse tipo de empréstimo é o recurso da caderneta de poupança, que está se esgotando. "A poupança não vai se sustentar no crédito imobiliário", disse o executivo, frisando que ainda em janeiro o BB vai lançar a chamada Letra de Crédito Imobiliário (LCI) para captar dinheiro.

A partir do próximo ano, o BB vai passar a atuar com as faixas de menor renda - famílias com ganho de até R$ 1,6 mil - do Minha Casa, Minha Vida. Antes, até agora atendida apenas pela Caixa Econômica Federal. Hoje, o BB é o quinto colocado no mercado de crédito imobiliário brasileiro, atrás de Caixa, Itaú, Santander e Bradesco.

Ativos. O BB tem o desafio de crescer na concessão de financiamentos - pretende chegar à terceira posição no País - sem abrir mão das regras de segurança. Para que um banco possa conceder R$ 100 em empréstimos, por exemplo, precisa ter reserva de pelo menos R$ 11. No caso do BB, o vice-presidente de Gestão Financeira, Ivan Monteiro, diz que o banco não está "apertado". Em setembro, o BB tinha uma reserva equivalente a R$ 14,52 para cada R$ 100 de empréstimo.

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