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BB revigora linha de crédito para material de construção

Na esteira das medidas do governo que desoneraram vários itens de material de construção, o Banco do Brasil (BB) anunciou hoje a revitalização de uma linha de crédito destinada à compra deste tipo de produto. Segundo o gerente executivo da diretoria de Varejo do BB, Mário Casasanta, essa linha existe desde 2004, quando utilizava recursos do Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT). A partir de 2007, o banco passou a manter a linha com recursos próprios.

ISABEL SOBRAL, Agencia Estado

31 de março de 2009 | 13h36

Ele acrescentou, em conversa com a Agência Estado, que a linha tem até hoje R$ 2,4 bilhões em empréstimos contratados. "Aproveitando a redução do IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados) sobre diversos itens da construção e em linha com as ações do governo, o banco decidiu promover uma série de ajustes para revitalizar essa linha", afirmou.

A principal alteração, informou Casasanta, foi a extensão de 59 dias para 180 dias do limite de carência que os clientes podem ter para pagar a primeira parcela do empréstimo. "Em virtude da situação atual de crise, o banco considera que esse é um prazo razoável para que os clientes possam ter mais fôlego para começar a pagar seu crédito", comentou.

Ainda segundo o gerente, o BB considera que é um "bom negócio" para o banco destinar recursos para o financiamento de materiail de construção neste momento em que o setor vêm sendo fortalecido por ações do governo. Além disso, essa é uma linha "fidelizadora", pois há a exigência de que os clientes tenham conta no BB. Ele acrescentou que, no fim do ano passado, houve uma queda nas vendas deste tipo de material e este é o momento para impulsionar o comércio.

A novidade dessa linha está valendo desde ontem e o crédito pode ser contratado pelo cliente nos estabelecimentos de venda de material de construção que têm convênio com o BB. "São 25 mil lojas conveniadas em todo o País", completou. O valor máximo que pode ser contratado é de até R$ 20 mil, pelo prazo máximo de 48 meses. A depender do prazo, as taxas de juros podem variar de 1,74% a 2,99% ao mês.

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