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BC argentino critica FMI e diz que em maio há deflação

O Banco Central da Aregentian já utilizou toda a emissão acertada com o Fundo Monetário Internacional para até o final de junho próximo. Embora não tenha cumprido a meta de base monetária, o BC não parece preocupado com o assunto e seu presidente até se deu ao luxo de criticar o FMI durante o mesmo café da manhã em que desferiu ataques contra o presidente Néstor Kirchner e o ministro de Economia, Roberto Lavagna. A base monetária crsceu 2,8 bilhões nos últimos 20 dias. O FMI havia permitido a extensão dos limites da meta de base monetária em cerca de 4 bilhões de pesos. Deste modo, o BC poderia emitir pesos até chegar ao limite de 40,4 bilhões até o final de junho próximo. O nível atual da base monetária ampliada (inclui as quase-moedas) está hoje em 40,8 bilhões, o que indica que já estaria acima do que foi fixado."O FMI, que ainda usa receitas que têm quase 60 anos, insiste muito em ancorar a política monetária em torno de uma meta de expansão", afirmou ontem o presidente do BC, Alfonso Prat Gay. Ele explicou que esta é a razão pela qual o BC fica sem margem para expandir a base monetária. "A forma que nós propomos é: não vamos olhar a cotação do câmbio, não vamos olhar, pelo menos não muito mais do que de relance, o ritmo de expansão. O que vamos olhar é o produto final da política monetária, ou seja, o nível de inflação", enfatizou Prat Gay. Desde 28 de abril passado, o BC emitiu 2,8 bilhões, mas ao contrário do que os analistas diziam, a emissão diária não era só para controlar o dólar. Prat Gay expicou que as emissões das últimas semanas foram feitas para manter a inflação dentro de ?certo nível". O presidente do BC disse ainda que na próxima semana, quando for divulgada a evolução dos preços em maio, isto será melhor compreendido. "Pela primeira vez, desde a saída da conversibiliade, há deflação", afirmou.

Agencia Estado,

29 de maio de 2003 | 09h36

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