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Thiago de Aragão: China traça 6 estratégias para pós-covid que afetam EUA e Brasil

BC chinês prevê crescimento de 11% e alerta para alta dos preços

O crescimento da economia chinesa voltará a superar 11% neste ano, assim como ocorreu em 2006, quando chegou a 11,3%, segundo previsões do banco central divulgadas ontem por um site do governo do país. Em seu relatório trimestral de política monetária, o Banco Popular da China prevê também que a inflação ficará em 4,5%, ante 1,5% em 2006."A pressão inflacionária continua sendo enorme, e é necessário atender aos riscos que isto acarreta", afirmou a autoridade monetária, que pretende "acompanhar de perto" essa tendência por causa dos aumentos potenciais nos preços dos cereais, que poderiam acelerar ainda mais o Índice de Preços ao Consumidor (IPC).O aumento dos custos trabalhistas, segundo o BC chinês, também se está transformando em outra das fontes de pressão inflacionária. "O banco central elevará provavelmente a taxa de juros (pela sexta vez este ano) diante das previsões do relatório e dos fortes indicadores econômicos esperados para outubro", disse Chen Xingdong, economista-chefe do BNP Paribas Peregrine Securities.Chen acrescentou que o IPC, que foi de 6,5% em agosto e de 6,2% em setembro, poderia chegar a 6,7% em outubro, o que representaria um recorde nos últimos 11 anos.

EFE, O Estadao de S.Paulo

10 de novembro de 2007 | 00h00

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