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BC chinês vê prazo para política de afrouxamento monetário

O banco central chinês deu a primeira indicação pública de que está pensando sobre quando sair da política de afrouxamento monetário adotada há um ano para enfrentar a crise global.

SIMON RABINOVITCH E ALAN WHEATLEY, REUTERS

16 de outubro de 2009 | 08h16

Zhou Xiaochuan, presidente do BC da China, disse que a instituição suspendeu seu critério normal para avaliar o nível adequado de restrição monetária, mas não pode fazer isso para sempre.

"Uma política monetária apropriadamente relaxada foi uma medida para responder à crise", disse Zhou, segundo o China Securities Journal.

"As medidas do banco central para responder à crise são diferentes da orientação sobre as expectativas inflacionárias em tempos de normalidade. Deve haver um prazo."

Falando na noite de quinta-feira a uma plateia universitária, Zhou não mencionou quando o banco pode começar a reverter as políticas de afrouxamento que levaram os empréstimos em iuan a decolar 34,2 por cento no ano até setembro.

"O banco central adotou poucas vezes no passado políticas monetárias brandas e, se não fosse pela crise financeira, não haveria o relaxamento monetário de hoje", afirmou, ainda de acordo com o jornal.

Mas é improvável que a China adote passos significativos de aperto monetário em breve, segundo analistas.

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