BC chinês vê sinais de recuperação econômica no país

Ministro diz que crise não chegou aao ponto mais baixo e pede ação de economias mais ricas

REUTERS

26 de março de 2009 | 07h54

As ações tomadas pela China no momento certo para dar suporte à economia estão dando frutos, afirmou o presidente do banco central, Zhou Xiaochuan, nesta quinta-feira, 26.  Zhou disse em relatório que alguns pontos de recuperação são visíveis.

 

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"No geral, as medidas macroeconômicas produziram resultados e alguns indicadores importantes estão apontando para a recuperação do crescimento econômico, o que indica que o rápido declínio do crescimento foi detido."

"Os fatos... demonstram que comparado com outras grandes economias, o governo chinês tomou medidas de forma rápida, decisiva e eficiente."   Ele enfatizou que o governo reduziu a taxa de juro cinco vezes e diminuiu o depósito compulsório quatro vezes desde setembro.

O governo também lançou um pacote fiscal de 4 trilhões de iuans (585 bilhões de dólares) e anunciou medidas para 10 setores industriais.  "Tomadas essas medidas, a China prevê manter o crescimento econômico impulsionando a demanda doméstica e reduzindo a dependência da demanda externa."

 

Cenário externo

 

O ministro das Finanças da China, Xie Xuren, disse que a crise financeira mundial ainda não chegou ao ponto mais baixo, e instou os governos a fazerem o possível para estimular o consumo e reforçar a confiança, informou a agência de notícias estatal Xinhua News.

 

O ministro disse que os países em desenvolvimento devem fazer o que podem, tendo em vista sua própria situação, para ampliar a demanda interna, criar emprego e estabilizar os mercados. Xie recomendou ainda que os países ampliem a cooperação comercial internacional e se posicionem contra o protecionismo.

 

Ele voltou a pedir uma reforma do sistema financeiro internacional, incluindo mudanças nas instituições multilaterais como o Fundo Monetário Internacional (FMI) e o Banco Mundial (Bird), bem como um sistema cambial internacional mais diversificado. As informações são da Dow Jones

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