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BC contundente no RTI indica aumento da Selic em janeiro

Os juros de curto prazo subiram após o Relatório Trimestral de Inflação (RTI) não deixar dúvidas no mercado de que a alta da taxa Selic será retomada em breve. O documento deixou claro que o BC não vai tolerar desvios da inflação muito além do centro da meta de 4,5% em 2011. Como as projeções de inflação oficiais e do mercado já explicitam esse desvio, ''sugerem necessidade de implementação, no curto prazo, de ajuste na taxa básica de juros (Selic), de forma a conter o descompasso entre o ritmo de expansão da demanda doméstica e a capacidade produtiva da economia, bem como de reforçar a ancoragem das expectativas de inflação''. Ontem, as apostas em elevação do juro básico na primeira reunião do Copom de 2011, em janeiro, ganharam força e são maioria, mas a possibilidade de início do ajuste em março também não está totalmente descartada. O tamanho da dose do aumento inicial para a maioria será de 0,50 ponto porcentual, como parte de um novo ciclo de alta que totalizaria 1,5 pp a 2 pp no ano.

Cenário: Cristina Canas, O Estado de S.Paulo

23 de dezembro de 2010 | 00h00

A Bovespa passou a maior parte da manhã no território negativo, mas reverteu as perdas à tarde e fechou em alta, de 0,38%, aos 68.470,76 pontos. O índice brasileiro foi, puxado por compras de estrangeiros, principalmente de papéis do setor financeiro. Petrobrás ajudou a amparar os ganhos, ancorada no aumento do petróleo. Nos EUA, o PIB do terceiro trimestre ficou abaixo do esperado, mas as expectativas para a recuperação da economia em 2011 são favoráveis e os índices acionários subiram. O Dow Jones avançou 0,23% e o S&P500, 0,34%.

O dólar à vista caiu pelo 3º dia seguido, a R$ 1,6960 (-0,06%).

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