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BC deixa de ser o contraponto

A maior sintonia do BC, comandado por Alexandre Tombini, com o Ministério da Fazenda sempre foi realçada como o ponto forte da equipe econômica de Dilma Rousseff. Mais identificado com o receituário desenvolvimentista da equipe do ministro Guido Mantega, Tombini mostrou desde o início alinhamento com a política de estímulo ao crescimento da economia: taxa de câmbio mais competitiva para a indústria e patamar de juros mais compatível com os países avançados.

O Estado de S.Paulo

24 de junho de 2013 | 02h06

Na gestão do ex-presidente Henrique Meirelles, BC e Fazenda entraram em rota de colisão após o ministro Antonio Palocci deixar o cargo e Guido Mantega assumir. Na ocasião, a equipe econômica de Mantega tinha uma aliada de peso na Casa Civil: Dilma Rousseff.

Meirelles e Mantega tiveram vários embates públicos. No mais famoso deles, em 2007, durante detalhamento do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), Mantega cobrou do presidente do BC a redução da taxa Selic."Viu, Meirelles? O mercado está esperando a redução dos juros", disse o ministro, ao apresentar as projeções de queda dos juros até 2010 feitas pelas 100 maiores instituições financeiras do País.

Com a saída de Meirelles, o embate acabou, mas hoje o sentimento é de que falta um contraponto mais forte na equipe econômica.

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