BC do Japão evita detalhar como irá retirar estímulos

O presidente do Banco do Japão (BoJ, na sigla em inglês), Haruhiko Kuroda, repetiu nesta sexta-feira que ainda é prematuro discutir uma estratégia de saída do agressivo programa de estímulos lançado em abril do ano passado. O fim do programa dependerá das condições econômicas e financeiras, afirmou.

AE, Agencia Estado

21 de fevereiro de 2014 | 02h45

Em discurso a legisladores no comitê de Assuntos Financeiros da Câmara Baixa, disse que quando o Japão atingir uma estabilidade de 2% na inflação, o BoJ irá procurar uma estratégia de saída.

Kuroda, no entanto, não detalhou quais ferramentas o BoJ têm à disposição. O presidente do banco central ainda afirmou que não há tempo a perder para consertar as contas públicas e que espera "fortemente" que o governo dê continuidade à consolidação fiscal para evitar altas inesperadas nas taxas de juros de longo prazo. "Se a confiança na saúde fiscal for perdida, o prêmio de risco nos bônus do governo do Japão irão subir", afirmou. Isso traria consequências negativas para a economia japonesa e para a meta de inflação, alertou. Fonte: Market News International.

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