BC do Japão pode agir antes de dados do 2º trimestre

O presidente do Banco do Japão (BoJ, na sigla em inglês), Haruhiko Kuroda, disse em entrevista ao jornal Asahi Shimbun que a autoridade monetária não precisa analisar todos os indicadores econômicos de abril a junho para decidir se introduzirá mais medidas de alívio monetário.

AE, Agencia Estado

16 de março de 2014 | 22h25

Em fevereiro, o conselheiro do BoJ Yoshihisa Morimoto disse a repórteres que a autoridade monetária somente analisaria a necessidade de novos estímulos após a divulgação de todos os dados econômicos para o trimestre de abril a junho, quando a demanda deve sofrer com a alta do imposto sobre vendas.

"Não acho que nós precisamos esperar por todos os dados. Há vários dados divulgados todas as semanas. Nós olhamos para eles e discutimos como as coisas estão se desenvolvendo nas reuniões de política monetária e fazemos os ajustes necessários", disse Kuroda ao jornal.

O presidente do BoJ também reforçou que os estímulos não estão restritos ao período de dois anos, uma vez que eles continuarão até que o governo alcance uma inflação de 2% de modo estável. Fonte: Dow Jones Newswires.

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