Ações

Empresas de Eike disparam na bolsa após fim de recuperação judicial da OSX

BC dos EUA ainda crê ser necessário manter juro baixo

O presidente do Federal Reserve (Fed, banco central americano), Ben Bernanke, disse que embora o banco central continue a acreditar que a política monetária frouxa será necessária por um período prolongado, a instituição deve estar pronta para apertar a política quando a recuperação se firmar. Bernanke reiterou que ele e seus colegas no Fed acreditam que as políticas de acomodação estarão garantidas por um período prolongado para assegurar que o declínio econômico seja superado, linha assumida pelo Comitê Federal de Mercado Aberto (Fomc) em seu encontro de setembro.

SUZI KATZUMATA, Agencia Estado

08 de outubro de 2009 | 20h34

Mas o presidente do Fed acrescentou: "Em algum ponto, no entanto, quando a recuperação econômica se firmar, precisaremos apertar a política monetária para evitar o surgimento de um problema inflacionário no futuro". Citando o balanço patrimonial do Fed, que mais do que dobrou de tamanho em ativos, para US$ 2,1 trilhões, à medida que o banco central americano lutava contra a crise financeira, Bernanke disse que existe uma ampla variedade de instrumentos para apertar a política monetária.

O presidente do Fed observou que como os bancos atualmente mantêm imensos volumes de excesso de reservas no banco central, que subiram para US$ 850 bilhões em 30 de setembro, de apenas US$ 16 bilhões antes do início da crise na metade de 2007. "Quando chegar a hora para apertar a política, poderemos elevar a taxa paga sobre as reservas à medida que aumentamos nossa meta para a taxa dos Fed Funds", disse Bernanke. O Fed atualmente paga aos bancos uma taxa de juro de 0,25%.

À medida que a economia se recupera, Bernanke disse que os bancos poderão achar rentável ser mais agressivo no empréstimo de suas reservas, que por sua vez vai aumentar a oferta de dinheiro e de crédito e, no final, levar a pressão inflacionária. "Como tal, quando chegar a hora de apertar a política monetária, devemos reduzir substancialmente o excesso de reservas ou, se eles permanecerem, neutralizar seus efeitos potenciais com medidas mais amplas monetárias e de crédito e, portanto, sobre a demanda agregada e a inflação." As informações são da Dow Jones.

Encontrou algum erro? Entre em contato

Tendências:

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.