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BC dos EUA vai aumentar freqüência de previsões

O presidente do banco central americano (Federal Reserve), Ben Bernanke, anunciou várias mudanças na estratégia de comunicação da instituição, entre elas a duplicação do número previsões sobre crescimento econômico, desemprego e inflação. O horizonte dessas previsões será estendido de dois para três anos.Durante conferência promovida pelo Cato Institute, em Washington, Bernanke disse que a nova estratégia de comunicação do Fed "vai prover uma visão mais sobre a perspectiva do Comitê de Mercado Aberto sobre a economia a intervalos menores, vai ajudar o público e as empresas a entenderem melhor e a prever como nossas decisões de política monetária reagem às informações que chegam e melhorar nossas prestações de contas".A nova estratégia não chega a estabelecer metas numéricas explícitas para a inflação, sistema que Bernanke defende há muito tempo. O presidente do Fed disse que alguns aspectos do regime de metas de inflação, adotado por muitos bancos centrais, "pode ser menos adequado ao Fed", tendo em vista os objetivos duplos da instituição quanto ao nível de emprego e a inflação.Segundo Bernanke, a partir da divulgação da ata da reunião do Comitê de Mercado Aberto realizada em 30 e 31 de outubro, na próxima terça-feira, o Fed vai divulgar quatro vezes por ano suas projeções para o Produto Interno Bruto (PIB) ajustadas à inflação, para o desemprego e para a inflação (tanto o índice de preços dos gastos com consumo como seu núcleo). Até agora, o Fed divulgava suas previsões apenas duas vezes por ano, por ocasião dos depoimentos que o presidente da instituição dá ao Congresso (normalmente, em fevereiro e em julho).O horizonte das previsões do Fed sobre a economia será estendido de dois anos para três, o que quer dizer que as projeções a ser divulgadas na próxima semana serão para até 2010. Segundo Bernanke, elas vão incluir uma "narrativa" que "resuma a visão dos participantes sobre as principais forças que dão forma à perspectiva, discuta as fontes de riscos para aquela perspectiva e descreva a dispersão de visões entre os formuladores da política". As informações são da Dow Jones.

RENATO MARTINS, Agencia Estado

14 de novembro de 2007 | 13h20

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