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BC europeu diz que economia não crescerá rapidamente

O presidente do Banco Central Europeu (BCE), Wim Duisenberg, afirmou hoje que cresceu a chance de que o período de crescimento fraco das economias da zona do euro tenha terminado, mas que isso não significa que a atividade econômica vá se acelerar imediatamente. "De fato, embora ainda existam riscos de debilidade neste cenário, e os ajustes em andamento tornem improvável uma expansão rápida e forte na atividade econômica, o BCE espera que uma recuperação gradual aconteça no curso deste e do próximo ano", disse Duisenberg durante conferência em Zurique (Suíça).Ele afirmou que o BCE "continuará a monitorar esses acontecimentos do ponto de vista de seu objetivo prioritário" (que é a estabilidade de preços nos 12 países da zona do euro). Indagado sobre as perspectivas de crescimento da zona do euro, Duisenberg disse que a economia da região vive uma virtual estagnação na primeira metade deste ano, mas que se espera uma recuperação no segundo trimestre. Ele não quis dar uma estimativa de crescimento para 2003, limitando-se a dizer que ele será "positivo, mas não um número muito alto".Sobre a alta contínua do euro frente ao dólar, Duisenberg declarou que ela tem tido o efeito benéfico de ajudar a conter a inflação, o que eleva o poder de compra. "Por outro lado, ela afeta negativamente nossa posição competitiva. Uma moeda sempre tem dois lados", disse.O presidente do BCE descartou a hipótese de haver risco de deflação na zona do euro. "Há diferenciais de inflação na Europa, mas eles não são maiores do que aquele entre a região e os EUA", afirmou. Duisenberg recusou-se a comentar a política do governo dos EUA para o dólar. "Li que eles redefiniram o que é o ´dólar forte´. Deixo isso para eles", afirmou.

Agencia Estado,

19 de maio de 2003 | 15h58

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