BC: flexibilização monetária será feita com parcimônia

O Banco Central considera que ainda que a recuperação da atividade venha ocorrendo de forma mais lenta do que se antecipava, o Copom entende que qualquer movimento de flexibilização monetária adicional deve ser conduzido com "parcimônia", dados os efeitos cumulativos e defasados das ações de política implementadas até o momento. A consideração do BC está em seu Relatório Trimestral de Inflação divulgado nesta quinta-feira.

EDUARDO CUCOLO E FERNANDO NAKAGAWA, Agencia Estado

28 de junho de 2012 | 10h01

O BC destacou ainda que o cenário prospectivo para a inflação manteve sinais favoráveis desde março. "Neste momento, permanecem limitados os riscos para a trajetória da inflação e, até agora, dada a fragilidade da economia global, a contribuição do setor externo tem sido desinflacionária".

O BC manteve a avaliação de que o aumento na oferta de poupança externa e a redução no seu custo de captação têm contribuído para a redução das taxas de juros domésticas. E destaca que essas mudanças são "desenvolvimentos de caráter permanente".

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