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BC não considera abrir mão de investimento direto

O presidente do Banco Central, Henrique Meirelles, afirmou hoje, durante apresentação na Comissão de Finanças e Tributação da Câmara, que não considera a possibilidade de abrir mão dos investimentos diretos. "Os investimentos diretos são fundamentais para a geração de crescimento e emprego", disse Meirelles. Ele disse aos parlamentares que a redução de fluxo de investimento direto para o Brasil é um fenômeno que vem ocorrendo no mundo inteiro, em função do próprio desaquecimento da economia mundial. "Os investimentos diretos estão mais baixos de uma maneira geral e não só no Brasil", disse. Ele, entretanto, considera que haverá o retorno deste fluxo à medida em que ocorrer uma retomada do crescimento mundial e no Brasil. Ele relembrou aos deputados que o Brasil perdeu no final do ano passado cerca de US$ 30 bilhões de linhas de crédito externo em função da elevação do risco Brasil a cerca de 2.400 pontos. "Este é um nível de risco país que compromete o crescimento", disse. Meirelles também comentou que o Brasil está começando a voltar à normalidade e, com isso, está conseguindo recuperar o fluxo de capitais. Num primeiro momento, afirmou, é normal que haja um fluxo maior de capitais de curto prazo. Mas, num segundo momento, os prazos vão se alongando gradualmente até que volte o capital de mais longo prazo.

Agencia Estado,

28 de maio de 2003 | 11h54

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