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BC vai negociar com menos instituições no mercado de câmbio

O Banco Central (BC) reduzirá de 25 para 20 o número de dealers (instituições que negociam com o BC) no mercado de câmbio a partir da próxima segunda-feira. A medida é uma adaptação ao sistema de câmbio flutuante adotado a partir de 1999 e ao novo desenho do sistema financeiro depois das fusões feitas nos últimos anos."No sistema de câmbio flutuante, não fazemos mais intervenções de grandes valores, e elas também não são tão sistemáticas. As intervenções, agora, são mais esporádicas e não são em grandes somas", disse à Agência Estado o chefe em exercício do Departamento de Operações das Reservas Internacionais (Depin) do BC, Rogers Gomide.As fusões acabaram por criar situações, segundo Rogers, em que o BC tinha que atuar com uma instituição que tinha a carteira de câmbio e a do banco adquirido por meio de fusão. "Isso não fazia sentido", disse. O BC também se preocupou com a redução do custo operacional com a manutenção do atual número de dealers.Na segunda-feira, o BC cortará os cinco bancos que estiverem com as cinco piores classificações na posição desta sexta-feira. O ING Bank, o Deutsche Bank, o BBA, o Lloyds Bank e o Brascan ocupam hoje os cinco últimos lugares na classificação do BC.Isto não significa que estas instituições deixarão de ser dealers. "É preciso esperar por amanhã para termos uma posição definida", disse o chefe em exercício do Depin. Depois disto, o Depin passará a fazer trocas semestrais dos três dealers com pior posicionamento no ranking do BC.

Agencia Estado,

28 de novembro de 2002 | 18h20

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