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BCs vêem risco de crise atingir emergentes

Reunidos na sede do Banco de Compensações Internacionais (BIS, sigla em inglês), na Basiléia, os principais bancos centrais do mundo alertaram que uma eventual manutenção da turbulência inevitavelmente afetará os mercados emergentes. Enquanto os alertas são feitos pelas várias autoridades monetárias, agentes do mercado esperam que os bancos dêem uma sinal de confiança hoje ao final da reunião. A percepção é de que a crise no crédito de alto risco dos EUA não afetou a economia real e que, portanto, um aceno positivo por parte dos bancos centrais pode ajudar a acalmar os mercados.O encontro no BIS ocorre a cada dois meses e é considerado uma rotina pelos bancos centrais. Mas desta vez acabou se tornando relevante, por ser o primeiro desde que a turbulência começou a afetar as bolsas. Um sinal da importância do evento é a participação do diretor do Fed (Federal Reserve, banco central dos EUA), Ben Bernanke. Os presidentes dos bancos da Europa, Ásia e da América Latina também estão presentes. O Brasil está sendo representado pelo presidente do BC, Henrique Meirelles.Para os BCs, está claro que a turbulência atual não deve sair de controle nem provocar pânico. ?Hoje, a crise é limitada e afeta os mercados mais sofisticados. Por enquanto, vemos uma situação mais robusta nos mercados emergentes. Mas, se a crise se aprofundar, o risco de contágio é inevitável?, disse o presidente do BC da Espanha, Miguel Ángel Fernández Ordoñez. O presidente do BC chinês, Zhou Xiaochuan, admitiu que uma crise prolongada terá impactos negativos. Segundo ele, uma crise que gere uma desaceleração da economia americana será sentida na China. As informações são do jornal O Estado de S.Paulo.

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