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Bear Stearns rebaixa recomendação da Petrobras

A Bear Stearns rebaixou a recomendação para os papéis da Petrobras de "outperform" (desempenho acima da média do mercado) para "peer perform" (desempenho igual a de mesmas empresas do setor). Os principais pontos citados pela Bear Stearns para o rebaixamento é que durante as últimas semanas, a Petrobras registrou lucros com um balanço patrimonial mais fraco (maior dívida líquida); o passivo não incluído no balanço produziu perdas significativas; mudanças fiscais começaram a tornar a exposição às termoelétricas mais custosa. Com os últimos eventos, a Bear Stearns reduziu o seu otimismo e não recomenda uma posição "overweight" (peso acima da média). A Bear Stearns espera que a desregulamentação de alguma forma continue de modo a limitar o envolvimento político na determinação de preços. A Bear Stearns não prevê uma redução de preços em dezembro, sugerindo que as margens de refino no quarto trimestre de 2002 deverão aumentar. Portanto, a desregulamentação foi arquivada até uma nova política seja definida. A Bear Stears acredita que a política de determinação de preços continuará em discussão durante algum tempo em 2003. Para a Bear Stearns, uma maior retórica política sugere que alguma alteração formal na política de preços será feita. Modificações podem ser significativas, com a política de determinação de preços e o programa de gastos sendo o primeiro de muitas mudanças.A Petrobras deverá aumentar os investimentos em refino para melhorar o déficit estimado na capacidade. Com a ausência de uma continuidade da política, o investimento estrangeiro em refino é remoto, sugerindo mais obrigações para a companhia, reduzindo ainda mais a concorrência. A maior participação em gás/eletricidade pode significar outro obstáculo ao investimento baseado em retornos. Apesar dos aumentos dos preços, a Petrobras deverá enfrentar uma batalha árdua à medida que novas políticas são definidas, afirma a Bear Stearns.

Agencia Estado,

27 de novembro de 2002 | 09h24

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