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Bernanke: emprego só avança com crescimento forte

O presidente do Federal Reserve (Fed, banco central norte-americano), Ben Bernanke, reiterou hoje que, a não ser que o crescimento econômico seja robusto, pode demorar algum tempo para o mercado de trabalho melhorar. "Temos que crescer mais rápido que o potencial básico para reduzir consideravelmente a taxa de desemprego", disse ele ao Comitê de Serviços Financeiros da Câmara dos Estados Unidos. "Se crescermos apenas a 3%, então, infelizmente, a taxa de desemprego ainda ficará acima de 9% até o final do ano" que vem.

NATHÁLIA FERREIRA, Agencia Estado

01 de outubro de 2009 | 15h37

Bernanke observou que muitos analistas não esperam que o crescimento econômico em 2010 seja robusto o suficiente para impulsionar dramaticamente o emprego e acrescentou que as soluções são limitadas. "Não tenho balas mágicas para oferecer, se tivesse, já estaria oferecendo agora", disse ele.

Inflação

Bernanke afirmou também que está confiante de que o banco central pode desfazer seus programas de resgate extraordinários sem provocar inflação. Ele também reiterou que a recessão pode estar perto do fim tecnicamente, mas continua preocupado com a falta de criação de emprego. "Eu quero assegurá-los de que temos todas as maneiras de sair desta situação e evitar uma inflação, mesmo se não vendermos nenhum desses ativos", disse Bernanke ao Comitê de Serviços Financeiros da Câmara.

Ele afirmou que "tecnicamente a recessão pode estar acabando, no sentido de que a economia não está mais caindo e está começando a subir", mas acrescentou que "o crescimento não deve ser rápido o suficiente para reduzir o desemprego a um nível que gostaríamos de ver". As informações são da Dow Jones.

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