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Bernardo: capitalização da Petrobras está sob avaliação

O ministro do Planejamento, Paulo Bernardo, revelou hoje que o modelo de capitalização da Petrobras estava praticamente definido antes da queda abrupta do preço do petróleo, motivada pelo agravamento da crise financeira internacional. Com o barateamento do óleo, a companhia teria de dar menos ativos para fazer a capitalização. O executivo, que participa do Encontro de Conselheiros da Previ na Bahia, o fundo de pensão dos funcionários do Banco do Brasil, acredita que a mudança de cenário força uma nova análise do tema.

MÔNICA CIARELLI, Agencia Estado

13 de agosto de 2009 | 11h59

"Talvez tenhamos de refazer a conta", disse. Hoje, o petróleo está na faixa dos US$ 70. No início do ano passado, o barril chegou a custar US$ 150. Apesar do tema ser relevante, o ministro revelou que a capitalização da Petrobras não entrou em discussão nas últimas reuniões do governo para tratar da criação do novo modelo do pré-sal.

Bernardo sinalizou que a Petrobras, no novo modelo, deve ser operadora em todos os blocos do pré-sal. Entretanto, segundo ele, esse é um ponto que não deve diminuir o interesse de empresas estrangeiras no País. "Está todo mundo com água na boca. Temos agora de exercer a nossa capacidade de sedução no ponto de vista econômico", disse. "Para a maioria das empresas, ter a Petrobras como parceira é uma segurança a mais. Ela é uma âncora para o desenvolvimento".

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