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Bernardo diz que governo não fechou questão sobre CPMF

O ministro do Planejamento e Orçamento, Paulo Bernardo, afirmou nesta quarta-feira, em Curitiba, que a proposta de redução gradual da CPMF de 0,38% para 0,08% num prazo de dez a 15 anos em troca do aumento das verbas não vinculadas (Desvinculação das Receitas da União - DRU) de 20% para até 30%, é uma posição de seu ministério, mas não é um assunto fechado no governo. "Vamos conversar com outros ministérios envolvidos e depois levar ao presidente", afirmou. "Não temos posição fechada no governo, mas é bom sinalizar: tem gente pensando nisso."Bernardo também disse que não se incomoda que seu posicionamento seja utilizado na campanha eleitoral. "É importante que seja discutido", acentuou. "Se o Alckmin acha que não deve ser prorrogada, que diga." Segundo ele, quando entrar o próximo governo, independentemente de quem seja eleito, esse assunto estará na pauta. Por isso considera essencial que a discussão seja feita agora. "Por mais difícil que seja fazer campanha e governar", ressaltou. "A oposição só faz oposição, mas quem está no governo tem que ir projetando as coisas."

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