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Bernardo: frase de Setubal sobre juros foi 'infeliz'

O ministro do Planejamento, Orçamento e Gestão, Paulo Bernardo, rebateu hoje as críticas feitas pelo presidente-executivo do Itaú Unibanco, Roberto Setubal, de que os juros praticados pelos bancos públicos não são sustentáveis. "Ele está reclamando da concorrência. Quem sabe todos deveriam se reunir e fazer uma taxa única de juros no País. Acho que foi uma frase infeliz", afirmou. "Com certeza o doutor Roberto Setúbal se descuidou com o que estava dizendo".

MÔNICA CIARELLI, Agencia Estado

13 de agosto de 2009 | 10h57

O ministro, que participa na Costa do Sauipe, na Bahia, do Encontro Anual de Conselheiros da Previ, fundo de pensão dos funcionários do Banco do Brasil, disse que a taxa de juros no Brasil ainda é alta e que o governo tem sempre a preocupação de discutir qual a melhor forma de baixá-la. "A verdade é que a taxa de juros é alta, todo mundo sabe disso", afirmou.

Segundo ele, porém, os bancos têm capacidade de ganhar dinheiro com taxas de juros menores. O ministro lembrou que o custo de captação vem caindo e deve cair ainda mais. Bernardo disse ainda que o governo trabalha para garantir uma queda dos juros, mas que esse processo não pode ser feito do dia para a noite.

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