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''Bicho não é tão feio'', diz analista

A disparada do câmbio que ultrapassou ontem a marca de R$ 2,60 não afeta, por enquanto, a tendência de perda de fôlego da inflação apontada pelo resultado de IPCA de novembro, que foi de 0,36%. "A inflação de novembro surpreendeu", afirma o coordenador técnico da Tendências Consultoria, Marcio Nakane. Diante do resultado, ele reviu 6,4% para 6,15% a inflação prevista para este ano, mas manteve a projeção de 4,8% para 2009.Segundo Nakane, se o câmbio não for muito além de R$ 2,50, o impacto sobre a inflação não será forte. Ele argumenta que a desaceleração no ritmo de atividade e a redução nos preços das commodities no mercado internacional devem contrabalançar a pressão altista do câmbio na inflação.Análise semelhante é feita pelo economista-chefe da Concórdia Corretora de Valores, Elson Teles. "O resultado do IPCA mostra que o bicho não é tão feio." No quadro atual de desaceleração, Teles não vê a alta do câmbio como um grande risco inflacionário.

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