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BID separa operações para setores público e privado

Os governadores do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) decidiram separar completamente as operações com os setores público e privado. O acordo, aprovado no início da noite deste domingo, 30, determina que os empréstimos para governos continuarão sendo geridos pelo BID, enquanto todas as transações com entidades privadas passarão a ser conduzidas pela Corporação Interamericana de Investimentos (CII).

FERNANDO TRAVAGLINI, Agencia Estado

30 de março de 2014 | 20h12

"Foi possível concluir um acordo para dar o primeiro passo para a separação das ações no setor privado e no setor público no BID", disse a ministra do Planejamento, Miriam Belchior, que presidiu a assembleia de governadores. Um comitê definirá o detalhamento para essa divisão, a ser aprovado pelos membros.

Atualmente, existem quatro divisões que cuidam das demandas privadas, sendo que apenas uma delas está sob o comando do CII. Após a conclusão do processo de migração, as três restantes deixarão o BID passando para a Corporação.

Os países indicaram ainda que será necessária uma capitalização para viabilizar essa separação, mas não foi definido ainda o montante.

Foi aberto também um processo de discussão para limitar a dois mandatos a gestão do presidente da instituição - hoje é de cinco anos. O prazo para que uma proposta seja apresentada e submetida a aprovação dos países via votação eletrônica é até 30 de outubro deste ano. Essa mudança, no entanto, não deve afetar a próxima eleição para presidente.

Os membros do BID se reuniram neste fim de semana na Costa do Sauípe, na Bahia, para a reunião anual da instituição. O próximo encontro, em 2015, será na Coreia do Sul.

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