Bird quer melhorar atendimento à economia brasileira

Indicado para presidir Banco Mundial diz que quer estudar a criação de novos produtos para, por exemplo, ampliar os financiamentos na área de infra-estrutura

Agencia Estado

21 de junho de 2007 | 12h46

O presidente indicado do Banco Mundial, Robert Zoellick, disse nesta segunda-feira, 18, que discutiu com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva formas de melhorar o atendimento do Banco Mundial às necessidades da economia brasileira. Ele informou que pretende estudar a criação de novos produtos do Bird para, por exemplo, ampliar os financiamentos na área de infra-estrutura.Lula e Zoellick conversaram também sobre a possibilidade de trabalhos conjuntos na África. Outros projetos discutidos durante a audiência, que ocorreu ao meio-dia desta segunda no Palácio do Planalto, foi a construção de hidrelétricas, financiamento a trem de alta velocidade e cooperação na área de biocombustível e biodiesel, além de Parcerias Público-Privadas.Zoellick manifestou esperança de que as negociações em torno da Rodada Doha da Organização Mundial do Comércio (OMC) cheguem a uma conclusão positiva. O Brasil foi a última etapa do périplo de duas semanas que Zoellick fez pelos países da África, Europa e continente americano.Indicado pelo presidente George W. Bush para presidir o Banco Mundial, ele precisa da aprovação dos 24 diretores que integram o board da instituição para ocupar o cargo. Nesta segunda, Zoellick esteve com o presidente Lula em reunião que contou também com a participação dos ministros da Fazenda, Guido Mantega, e da Casa Civil, Dilma Rousseff. Ele também tevê encontros, em momentos distintos, com o assessor especial da presidência para assuntos internacionais, Marco Aurélio Garcia, e com os ministros do Planejamento, Paulo Bernardo, e das Relações Exteriores, Celso Amorim. Zoellick Informou ainda que teve "uma boa conversa" por telefone com o ex-ministro da Fazenda Pedro Malan.

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