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BM&F divulga lançançamento de ações na Bovespa

As reservas pelas pessoas físicas deverão ser feitas do dia 19 ao dia 27, em bancos e corretoras

Rosangela Dolis,

09 de novembro de 2007 | 18h52

A Bolsa de Mercadorias & Futuros (BM&F) também vai lançar ações na Bolsa. Nesta sexta-feira, 9, a BM&F tornou público o prospecto preliminar com as regras da sua Oferta Pública Inicial (IPO, na sigla em inglês). A oferta será de 260.160.736 ações, mas poderá ser acrescida de um lote suplementar de até 15% da oferta inicial, o que chega a 39.024.120 ações.   O preço de referência para a oferta é de R$ 15,50 por ação, o que chega a R$ 4,032 bilhões, considerando apenas a oferta inicial, e R$ 4,637 bilhões, incluindo o lote suplementar. As reservas pelas pessoas físicas deverão ser feitas do dia 19 ao dia 27, em bancos e corretoras. As ações da BM&F vão estrear na Bovespa no dia 30 de novembro.   A estimativa é que o preço por ação estará situado entre R$ 14,50 e R$ 16,50, mas o valor pode ser fixado fora dessa faixa. O valor mínimo de investimento é de R$ 5 mil e o máximo, R$ 300 mil.   De fato, o preço será fixado pelo procedimento de bookbuilding, que refletirá o valor ofertado por investidores institucionais. Não haverá custos ao investidor - as comissões serão arcadas pelos acionistas vendedores e os emolumentos, taxas de registro e de listagem serão pagos pela companhia.   Do total de ações destinado ao público de varejo (de 10% a 20% da oferta), 1% será prioritariamente destinado aos empregados das corretoras. O preço será fixado no dia 28. Se a reserva por investidores de varejo superar a oferta haverá rateio na distribuição das ações, de acordo com a classificação do investidor no pedido de reserva.   Na oferta de varejo, os investidores terão de fazer o pedido de reserva e, tal como aconteceu na oferta da Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa), serão classificados como "com prioridade de alocação" e "sem prioridade de alocação".   Prioridades   Será considerado "com prioridade" quem  tiver vendido no primeiro dia de negociação no máximo 20% das ações adquiridas em quatro IPOs anteriores a serem definidos no dia 19 ou que não tenham participado de nenhum deles.  E "sem prioridade" quem não pedir sua classificação ou tiver negociado em dois ou mais dos quatro IPOs considerados mais de 20% das ações  no primeiro dia de negócios.   O primeiro rateio vai atender o pedido de investidores prioritários até o limite de R$ 20 mil, mesma regra do IPO da Bovespa.  Se sobrarem recursos, serão atendidos os não-prioritários até R$ 5 mil. Na seqüência, havendo sobra, voltam a ser atendidos os prioritários, na proporção de seus pedidos. E, finalmente, se ainda sobrarem ações, serão atendidos os não-prioritários, na proporção da sua reserva.     No IPO da Bovespa, por causa do excesso da demanda, os não prioritários não receberam ações e os prioritários puderam comprar no máximo R$ 12.098,00 em ações. A ação da Bovespa foi vendida pelo preço máximo de referência, de R$ 23,00, e desde o primeiro dia de negociação, em 26 de outubro, subiu 60,43%, para R$ 36,90.

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