Ações

Empresas de Eike disparam na bolsa após fim de recuperação judicial da OSX

BM&F diz ao governo que não é instituição financeira

O diretor-geral da Bolsa de Mercadorias & Futuros (BM&F), Edemir Pinto, afirmou hoje que a companhia está mantendo conversas com o governo brasileiro para esclarecer às autoridades que as bolsas não podem ser classificadas como instituições financeiras, mas, sim, como prestadoras de serviços. A intenção da Bolsa é se ausentar do aumento da Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL), cuja alíquota foi elevada de 9% para 15% no início do ano, como forma de compensar a perda de arrecadação com a extinção da CPMF."Estamos negociando a questão e explicando qual é a natureza das Bolsas. O ponto de partida do aumento do imposto, a nosso ver, é tributar os fortes ganhos das instituições financeiras", afirmou Pinto. "Mas as bolsas não têm o mesmo perfil de um banco e podem ser muito melhor descritas como prestadoras de serviços, ao intermediar as operações", disse.

ANA PAULA RAGAZZI, Agencia Estado

27 de fevereiro de 2008 | 13h56

Encontrou algum erro? Entre em contato

Tendências:

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.