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BNDES desembolsa R$ 261 milhões para setor químico

No primeiro quadrimestre deste ano, o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) desembolsou R$ 214 milhões para empreendimentos no setor químico e R$ 47 milhões para os segmentos de transformação de borracha e plásticos. No mesmo período de 2001, os desembolsos foram de R$ 140 milhões e R$ 81 milhões, respectivamente. De acordo com a gerente-executiva do setor de Química e Petroquímica do BNDES, Serrana Garat, até o final do ano o valor desembolsado será igual nos dois anos, em torno de R$ 700 milhões. O maior desembolso para o setor químico no período foi para a norte-americana Monsanto, no valor de R$ 46 milhões.A área petroquímica ficou com R$ 32 milhões do bolo, e a de fertilizantes, com R$ 34 milhões. Outros R$ 48 milhões foram financiamentos diretos do BNDES a vários projetos químicos, de valores pulverizados. Os demais R$ 54 milhões ficaram por conta de empréstimos realizados por meio do BNDES Automático e do Finame às empresas que necessitaram de valores de R$ 7,5 milhões ou mais - considerados baixos. Os demais R$ 48 milhões foram financiamentos diretos do BNDES a vários projetos químicos, de valores pulverizados.O banco público também financia diretamente projetos no valor de R$ 1 milhão a R$ 7,5 milhão em regiões onde os agentes financeiros não possuem operações, como Norte, Nordeste, Centro-Oeste e a parte Sul do Estado do Rio Grande do Sul, que já chegou a se r classificada em um grau de pobreza tão grande como a do sertão nordestino. Dos R$ 47 milhões desembolsados para os segmentos de borracha e plástico, os financiamentos diretos se limitaram a R$ 2 milhões. E foram dirigidos a empreendimentos nas regiões onde não há agentes intermediadores dos créditos. Os outros R$ 45 milhões foram pulverizados em 286 operações feitas pelo BNDES Automático e o Finame, para micro e pequenas empresas. Desse total, apenas duas operações foram realizadas através do Exim, sistema de financiamento de exportações.

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