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BNDES deve dar aval de US$ 120 milhões à Varig

O BNDES deverá ser o responsável por um aval de US$ 120 milhões para garantir a sobrevivência da Varig até a conclusão do processo de fusão com a TAM, prevista para setembro. Hoje, o banco Fator encaminhou ao BNDES o documento que faltava para a instituição começar a atuar no processo - uma carta assinada pelos acionistas das duas companhias, pedindo a abertura de processo de análise da operação e a "velocidade possível" na avaliação da fusão das duas empresas. As garantias do BNDES serão usadas pela Varig para facilitar o entendimento da empresa com credores, em especial a BR Distribuidora e o Banco do Brasil. A Varig deve R$ 103 milhões ao BB e R$ 51,7 milhões à BR Distribuidora. O modelo da fusão apresentado na semana passada pelo Fator aos acionistas da Varig projeta prejuízo de US$ 103,378 milhões no fluxo de caixa da companhia até o fim de agosto. A crise também repercute na direção da empresa, que anunciou a demissão de 350 funcionários, mas agora pode ser forçada a rever os cortes por orientação do Conselho da holding FRB-Par, que controla todas as empresas do grupo.Hoje, o grupo Varig solicitou à Bovespa seu "desligamento temporário" da listagem das empresas que adotam práticas diferenciadas de governança corporativa, o chamado Nível 1. A Bovespa exige que a empresa entregue as demonstrações financeiras da companhia referentes a 2002. A Bovespa suspendeu hoje a negociação das ações do grupo Varig no pregão.

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