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BNDES já prevê alta de 4,5% no investimento

O resultado da produção industrial motivou a previsão de crescimento entre 4% e 4,5% para o investimento no País no terceiro trimestre, pelos cálculos de técnicos do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). O diretor de Planejamento do banco, João Carlos Ferraz, disse não ter dúvidas de que o Programa de Sustentação do Investimento (PSI) foi a principal influência para o aumento da produção de bens de capital.

AE, Agencia Estado

04 de novembro de 2009 | 08h56

"Isso é o PSI", disse o Ferraz. "Minha impressão é que a política pública funcionou. No primeiro semestre, foi importante o incentivo do IPI para a indústria automotiva. Depois, veio a indústria metalúrgica, puxada pela indústria automotiva. E no terceiro trimestre foi o PSI, aumentando a produção de bens de capital." Ele comentou que "está uma correria das empresas" por financiamento pelo programa, que estabeleceu taxas de juros mais baixas, de 4,5% ao ano, e tem previsão de término em 31 de dezembro "Ninguém vai tirar férias em dezembro no BNDES", brincou.

Marcelo Nascimento, da área de pesquisa econômica do banco, acha que os dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) surpreendem pela rapidez da resposta ao PSI. "Estamos prevendo para o terceiro trimestre crescimento entre 4% e 4,5% para o investimento no País. Já estamos crescendo a taxas próximas de antes da crise, bastante acima do PIB, o que já é característica de uma economia em expansão." As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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