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BNDES não socorre empresas, diz Lessa

O presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Carlos Lessa, rejeitou a definição de que a instituição socorre empresas em dificuldades. Ele voltou a dizer que o banco ainda não recebeu nenhum documento relacionado à fusão entre Varig e TAM e não emprestou "nenhum tostão" ainda às companhias.Lessa reiterou que é fundamental contar com pelo menos uma companhia aérea sólida no País e ter um marco regulatório definido no setor. "Só emprestaremos se for necessário para existir companhias aéreas sólidas", afirmou. Segundo Lessa, foi criado um clima de nervosismo em torno da questão na imprensa. Sobre o apoio do banco à capitalização das distribuidoras de energia, Lessa explicou que a dívida de curto prazo das empresas será alongada, mediante alguns compromissos. Os acionistas atuais que tiverem créditos precisam convertê-los em capital, os bancos são obrigados a remanejar uma parcela dos créditos para prazos de um a quatro anos e a empresa deve abrir seu capital e adotar normas de governança corporativa, descreveu Lessa. "Essa operação é de consolidação de um segmento fundamental para o País", analisou, acrescentando que não se trata de socorro às companhias.

Agencia Estado,

26 de setembro de 2003 | 15h14

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