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BNDES poderá financiar estádios mesmo sem parceiras

O presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Luciano Coutinho, disse hoje que a instituição pode financiar investimentos do setor privado, sob a forma de Parcerias Público-Privadas (PPPs), para construção e reforma de estádios para a Copa do Mundo de 2014. Ele também abriu a possibilidade de o banco apoiar projetos em situações que "não comporte PPP", mas "com o rigor de condições de custo que correspondam às especificações da Fifa".

ADRIANA CHIARINI, Agencia Estado

21 de agosto de 2009 | 16h10

Coutinho disse ainda que a participação do banco no apoio aos estádios para a Copa do Mundo "é um processo que requer tempo e que temos que amadurecer". Segundo ele, o financiamento em PPPs depende de os direitos a receber do setor privado, com o fluxo futuro de recursos gerado ao longo dos anos pelo projeto - os chamados recebíveis - terem "certa consistência". De acordo com Coutinho, o governo não pretende comprometer recursos do Orçamento Geral da União com a construção e a reforma de estádios para a Copa do Mundo de 2014.

O presidente do BNDES falou sobre o assunto hoje, ao participar da assinatura do contrato pelo qual o banco vai apoiar, com R$ 6 milhões, a reconstrução do Casarão do Valongo, em Santos (SP), que abrigará o Museu Pelé.

Magnesita

Após o evento, Coutinho também comentou a disposição do BNDES de se tornar sócio da siderúrgica Magnesita, que tem uma dívida de cerca de R$ 2 bilhões. Segundo ele, a Magnesita é uma "empresa que tem uma perspectiva muito boa de crescimento e está saudável". Além disso, "é uma empresa extremamente competitiva e das mais eficientes do mundo", embora tenha sido transitoriamente afetada pela crise "muito profunda" da siderurgia mundial.

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