Coluna

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BNDES quer joint-ventures com siderúrgicas do Brasil

O presidente do BNDES, Carlos Lessa, disse esperar que o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) não atrapalhe o processo de formação de joint-ventures entre empresas brasileiras e estrangeiras no setor siderúrgico. "A siderurgia está se convertendo em negócio de gigantes", disse em palestra promovida pelas câmaras de comércio da Alemanha, da Itália e da França, na Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan).Lessa disse aos representantes de governos e empresas européias presentes que espera que todos os gigantes do setor venham para o Brasil e citou "coreanos, italianos, alemães e belgo-franceses". "Mas, por favor, construam regras pelas quais não fiquemos só com a carne do pescoço e o filé mignon fique lá fora, queremos um pedacinho do filé mignon também", afirmou.O BNDES está disposto a financiar até 33% do projeto de R$ 11,4 bilhões de pólo siderúrgico no Maranhão, além de outros projetos do setor. Lessa reafirmou que dois grupos, cada um integrado por empresas brasileiras e estrangeiros, estudam investir, na soma total, cerca de US$ 3 bilhões, em dois projetos siderúrgicos em Sepetiba, no Rio.

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