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BNDES reduz juro para produção de medicamentos

Queda engloba projetos do Profarma, que acumula desembolsos de R$ 935 mi

Agencia Estado

02 de julho de 2007 | 19h11

O presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Luciano Coutinho, anunciou nesta segunda-feira, 2, a redução dos juros para financiamentos ao setor farmacêutico de 6% ao ano para 4,5%. Segundo ele, a queda engloba os projetos aprovados no âmbito do Programa de Apoio ao Desenvolvimento da Cadeia Produtiva Farmacêutica (Profarma) que foi criado em 2004 e que até o momento acumula desembolsos de R$ 935 milhões. Coutinho disse que a expectativa é dobrar esse volume nos próximos dois anos.O presidente do BNDES participou de cerimônia na Fiocruz, no Rio, junto com o ministro da Saúde, José Gomes Temporão. Para Coutinho o desenvolvimento do setor farmacêutico é fundamental para o próprio desenvolvimento econômico do País. Além do financiamento o BNDES também poderá participar de projetos do setor com capitalizações via BNDESPar (empresa de participação do banco), complementou Coutinho.Bio-ManguinhosO BNDES aprovou financiamento de R$ 30 milhões para a construção da primeira planta de protótipos de medicamentos do País, que segundo o banco, vai permitir a produção de remédios em escala industrial. O financiamento do BNDES foi aprovado no âmbito do Fundo Tecnológico (Funtec) e será destinado à Bio-Manguinhos, unidade da Fiocruz no Rio de Janeiro. Ainda segundo o banco, o projeto vai gerar 175 empregos diretos.AESCoutinho não quis comentar o fechamento previsto para esta segunda, do acordo da dívida da AES com o BNDES. O prazo para a conclusão da negociação se encerrou no sábado, dia 30. Coutinho alegou que o assunto é delicado para justificar a sua posição.Quanto à emissão de debêntures anunciada pelo banco na semana passada, Coutinho disse esperar que a emissão seja muito bem recebida pelo mercado já que "os papéis são de altíssima qualidade". Segundo ele, o objetivo da emissão é complementar o orçamento da instituição para 2007. No entanto, ele não quis detalhar os dados orçamentários, apesar da insistência de jornalistas.

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