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Lucro do BNDES sobe 62% no terceiro trimestre para R$ 3,1 bi

Banco de fomento creditou o resultado à melhora no desempenho com intermediação financeira; no acumulado do ano, lucro teve queda de 10,3%, somando R$ 6,6 bilhões

Mônica Ciarelli, O Estado de S. Paulo

13 de novembro de 2015 | 12h06

O BNDES registrou lucro de R$ 3,1 bilhões no terceiro trimestre, resultado 62% superior ao registrado no mesmo período do ano passado. O banco creditou o resultado à melhora no desempenho com intermediação financeira. No acumulado dos primeiros nove meses do ano, o BNDES lucrou R$ 6,6 bilhões, cifra 10,3% inferior aos R$ 7,4 bilhões apurados entre janeiro e setembro de 2014. O banco creditou a queda ao resultado com participações societárias, que diminuiu em R$ 5,4 bilhões no período, consequência da forte depreciação do mercado de capitais.

No terceiro trimestre, a BNDESpar lucrou R$ 1,3 bilhão, acima dos R$ 467,9 milhões do 3º trimestre de 2014. Nos nove primeiros meses do ano, o resultado foi negativo em R$ 96 milhões, desempenho bem inferior ao lucro de R$ 2,6 bilhões apurado no mesmo período do ano passado.

Dados divulgados pelo banco mostram que o resultado com intermediação financeira entre janeiro e setembro cresceu 52,9% no período, alcançando R$ 14,5 bilhões. "O aumento significativo do resultado de intermediação financeira reflete tanto o crescimento na carteira de crédito, como a revisão dos spreads dos últimos anos. Também teve impacto positivo a eficiente gestão de tesouraria do Banco, o que garantiu rentabilidade adequada para manutenção de taxas compatíveis para financiamentos de longo prazo e compensando as oscilações no resultado de renda variável", diz o banco

O patrimônio líquido do Sistema BNDES totalizou R$ 33,8 bilhões em setembro de 2015, acima dos R$ 30,7 bilhões de dezembro de 2014. O aumento do patrimônio líquido foi influenciado pelo resultado do período, de R$ 6,6 bilhões, compensado pela perda no valor de mercado de participações societárias em empresas não coligadas (R$ 5,4 bilhões, líquido de tributos). O patrimônio de referência (base regulatória que determina a capacidade de financiamento) atingiu R$ 98,8 bilhões em setembro, superior aos R$ 97,9 bilhões do ano passado. 

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