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BNDES vai à Justiça contra elétrica dos EUA

O BNDES entrou na Justiça contra o consórcio Southern Electric Brasil Participações (SEB) para cobrar dívida de US$ 750 milhões (cerca de R$ 2,2 bilhões, pelo câmbio atual). Os recursos foram usados pelo consórcio para comprar 33% das ações ordinárias ? com direito a voto ? da Cemig, em 1997. Segundo o diretor financeiro do BNDES, Roberto Timótheo da Costa, o banco não descarta tornar-se sócio da Cemig, como forma de resolver o problema da dívida.A solução sugerida é semelhante à adotada para resolver, em dezembro do ano passado, o impasse em torno da dívida da AES contraída em 1998 para adquirir a Eletropaulo. O consórcio SEB também é encabeçado pela multinacional norte-americana, juntamente com a também norte-americana Mirant (antiga Southern Energy) e pelo banco brasileiro Opportunity. "As negociações estavam em banho-maria, mas o BNDES decidiu colocar a questão no contencioso (judicial) e agora as partes estão se mexendo rapidamente", disse Costa.Depois do caso Eletropaulo, a dívida da SEB é considerado, ao lado do calote do frigorífico Chapecó, o principal ?esqueleto? do banco, capaz de influenciar o balanço financeiro. O diretor informou que o BNDES espera resolver o problema da dívida com o consórcio até o final do ano.

Agencia Estado,

27 de abril de 2004 | 20h29

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